{"id":356,"date":"2017-10-18T00:24:45","date_gmt":"2017-10-18T02:24:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/?page_id=356"},"modified":"2017-10-18T00:29:35","modified_gmt":"2017-10-18T02:29:35","slug":"glossario-b","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/glossario\/glossario-b\/","title":{"rendered":"Gloss\u00e1rio B"},"content":{"rendered":"<div class=\"omsc-toggle\"><div class=\"omsc-toggle-title\">Bi\u00f3psia pleural fechada ou com agulha<\/div><div class=\"omsc-toggle-inner\"><\/p>\n<p>Bi\u00f3psia pleural com agulha \u00e9 a retirada de um pequeno fragmento de pleura que reveste a caixa tor\u00e1cica com uma agulha pr\u00f3pria (Agulha de Cope).<\/p>\n<p>Este procedimento \u00e9 realizado sem a necessidade de interna\u00e7\u00e3o e com anestesia local. A agulha de bi\u00f3pisa \u00e9 introduzida por meio de um pequeno corte na pele e de pun\u00e7\u00e3o tor\u00e1cica. A bi\u00f3psia pleural aumenta as possibilidades de conseguir o diagn\u00f3stico de doen\u00e7as da pleura.<\/div><\/div>\n<div class=\"omsc-toggle\"><div class=\"omsc-toggle-title\">Bi\u00f3psia pulmonar a c\u00e9u aberto<\/div><div class=\"omsc-toggle-inner\"><br \/>\nBi\u00f3psia pulmonar a c\u00e9u aberto \u00e9 a retirada de um fragmento de pulm\u00e3o por meio de uma cirurgia chamada de toracotomia. Toracotomia \u00e9 a abertura cir\u00fargica da cavidade tor\u00e1cica com finalidade diagn\u00f3stica ou terap\u00eautica, onde h\u00e1 necessidade de interna\u00e7\u00e3o e anestesia geral.<\/p>\n<p>No p\u00f3s-operat\u00f3rio pode ser necess\u00e1rio a coloca\u00e7\u00e3o de 1 ou mais drenos de t\u00f3rax para permitir a expans\u00e3o total do pulm\u00e3o e a sa\u00edda de ar e sangue da cavidade tor\u00e1cica.<\/p>\n<p>A indica\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica da toracotomia tem diminu\u00eddo muito com o progresso de outros m\u00e9todos menos invasivos(broncoscopia, v\u00eddeobroncoscopia, toracoscopia v\u00eddeoassistida, tomografia computadorizada, entre outras), mas ainda existem situa\u00e7\u00f5es que fazem a toracotomia necess\u00e1ria para realizar a bi\u00f3psia pulmonar a c\u00e9u aberto, e assim chegar ao diagn\u00f3stico da doen\u00e7a.<\/div><\/div>\n<div class=\"omsc-toggle\"><div class=\"omsc-toggle-title\">Bronquiectasias<\/div><div class=\"omsc-toggle-inner\"><\/p>\n<h2><strong>Conceito<\/strong><\/h2>\n<hr \/>\n<p>As bronquiectasias s\u00e3o dilata\u00e7\u00f5es irrevers\u00edveis dos br\u00f4nquios devido a les\u00f5es permanentes dos tecidos de sustenta\u00e7\u00e3o da sua parede e mucosa. Desta forma, o br\u00f4nquio perde suas fun\u00e7\u00f5es e acumula secre\u00e7\u00f5es que facilitam infec\u00e7\u00f5es repetidas. Estas dilata\u00e7\u00f5es podem ser de origem cong\u00eanita ou adquirida (infec\u00e7\u00f5es de repeti\u00e7\u00e3o, por exemplo). O formato das bronquiectasias pode ser de diverso (cilindros, varizes, sacos e cistos).<\/p>\n<h2><strong>Sintomas<\/strong><\/h2>\n<hr \/>\n<p>A caracter\u00edstica marcante das bronquiectasias \u00e9 a tosse com expectora\u00e7\u00e3o abundante e persistente. Quando a expectora\u00e7\u00e3o \u00e9 muito espessa, ao ser eliminada ela se apresenta como molde dos br\u00f4nquios. O odor costuma ser f\u00e9tido. Pode ocorrer a presen\u00e7a de sangue, geralmente em pouca quantidade, mas quando acontece em grande quantidade pode colocar a vida do paciente em risco.<\/p>\n<h2><strong>Diagn\u00f3stico<\/strong><\/h2>\n<hr \/>\n<p>O diagn\u00f3stico \u00e9 principalmente por exames de imagem, atrav\u00e9s de radiografias contrastadas (broncografias &#8211; pouco utilizadas atualmente) ou tomografia computadorizada de t\u00f3rax.<\/p>\n<h2><strong>Tratamento<\/strong><\/h2>\n<hr \/>\n<p>A principal forma de tratamento \u00e9 conservadora, com tratamento cl\u00ednico (medicamentos como antibi\u00f3ticos, mucol\u00edticos ou fluidificantes das secre\u00e7\u00f5es) e principalmente fisioterapia respirat\u00f3ria, que permite uma tosse eficaz e a drenagem das secre\u00e7\u00f5es formadas. Isto evita as infec\u00e7\u00f5es de repeti\u00e7\u00e3o e a progress\u00e3o da doen\u00e7a. Alguns casos mais graves, que n\u00e3o respondem ao tratamento cl\u00ednico ou apresentam complica\u00e7\u00f5es, principalmente sangramento, podem ser submetidos \u00e0 tratamento cir\u00fargico.<\/div><\/div>\n<div class=\"omsc-toggle\"><div class=\"omsc-toggle-title\">Bronquiolite<\/div><div class=\"omsc-toggle-inner\"><\/p>\n<h2><strong>Conceito<\/strong><\/h2>\n<hr \/>\n<p>Doen\u00e7a aguda produzida por v\u00edrus, principalmente o V\u00edrus sincicial respirat\u00f3rio, que provoca inflama\u00e7\u00e3o e obstru\u00e7\u00e3o dos pequenos bronqu\u00edolos. Afeta principalmente lactentes e crian\u00e7as de at\u00e9 3 anos de idade. Ela come\u00e7a como um resfriado comum e ap\u00f3s aproximadamente tr\u00eas dias, surgem acessos de tosse semelhantes \u00e0 da coqueluche, conhecida tamb\u00e9m como tosse comprida.<\/p>\n<h2><strong>Sintomas<\/strong><\/h2>\n<hr \/>\n<p>Os sintomas gerais s\u00e3o irrita\u00e7\u00e3o, ins\u00f4nia, falta de apetite, v\u00f4mitos e febre pouco intensa. O quadro respirat\u00f3rio \u00e9 principalmente a falta de ar (dispn\u00e9ia) com respira\u00e7\u00e3o muito r\u00e1pida, chiado no peito (sibilos) e \u00e0s vezes cianose. Pode ocorrer desidrata\u00e7\u00e3o, pela incapacidade da crian\u00e7a ingerir l\u00edquidos, pelo v\u00f4mito, ou pelo aumento da perda de \u00e1gua pelos pulm\u00f5es, devido \u00e0 elevada freq\u00fc\u00eancia respirat\u00f3ria. Quando a freq\u00fc\u00eancia respirat\u00f3ria for superior a 60 movimentos respirat\u00f3rios por minuto, o quadro \u00e9 grave. A desidrata\u00e7\u00e3o aparece.<\/p>\n<h2><strong>Tratamento<\/strong><\/h2>\n<hr \/>\n<p>A interna\u00e7\u00e3o hospitalar da crian\u00e7a torna-se necess\u00e1ria quando a falta de ar for muito forte. Oxig\u00eanio, broncodilatadores, cortic\u00f3ides, sedativos e \u00e0s vezes antibi\u00f3ticos s\u00e3o necess\u00e1rios no tratamento. Nos casos graves, poder\u00e1 ser utilizada a respira\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica em UTI.<\/div><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":285,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"class_list":["post-356","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/356","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=356"}],"version-history":[{"count":5,"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/356\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":361,"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/356\/revisions\/361"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/285"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=356"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}