{"id":464,"date":"2017-11-25T00:33:11","date_gmt":"2017-11-25T02:33:11","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/?page_id=464"},"modified":"2017-11-25T00:33:11","modified_gmt":"2017-11-25T02:33:11","slug":"glossario-d","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/glossario\/glossario-d\/","title":{"rendered":"Gloss\u00e1rio D"},"content":{"rendered":"<div class=\"omsc-toggle\"><div class=\"omsc-toggle-title\">Derrame Pleural<\/div><div class=\"omsc-toggle-inner\"><br \/>\n<strong>Conceito<\/strong><br \/>\nDerrame pleural \u00e9 o ac\u00famulo anormal de l\u00edquido na cavidade pleural, uni ou bilateral.<br \/>\nA presen\u00e7a de l\u00edquido na pleura \u00e9 normal para permitir o deslizamento do pulm\u00e3o a cada ciclo respirat\u00f3rio, entretanto existem situa\u00e7\u00f5es onde h\u00e1 um desequil\u00edbrio na forma\u00e7\u00e3o e absor\u00e7\u00e3o do l\u00edquido, acumulando no espa\u00e7o pleural. Isto pode acontecer por altera\u00e7\u00e3o nas press\u00f5es (onc\u00f3tica e hidrost\u00e1tica) existentes no vaso e entre as c\u00e9lulas ou por altera\u00e7\u00e3o na capacidade que o vaso sangu\u00edneo tem para reter o l\u00edquido dentro dele (inflama\u00e7\u00e3o).<br \/>\nOs derrames pleurais causados por altera\u00e7\u00f5es no equil\u00edbrio das press\u00f5es acontecem na insufici\u00eancia card\u00edaca, nas doen\u00e7as do f\u00edgado ou do rim, ou ainda quando o mecanismo de drenagem deste l\u00edquido fica reduzido, como por exemplo nos tumores que atingem os vasos linf\u00e1ticos do mediastino.<br \/>\nA inflama\u00e7\u00e3o da pleura aumenta a permeabilidade dos vasos sangu\u00edneos e resulta no ac\u00famulo de l\u00edquido na pleura. Suas causas podem ser infecciosas (pneumonia e tuberculose, dentre outras) ou n\u00e3o infecciosas (destacam se o l\u00fapus, artrite reumat\u00f3ide, rea\u00e7\u00f5es \u00e0 medicamentos ou tumores).<\/p>\n<p><strong>Sintomas<\/strong><br \/>\nO paciente geralmente apresenta dispn\u00e9ia ou desconforto respirat\u00f3rio, \u00e0s vezes acompanhados de dor tor\u00e1cica relatada como &#8220;pontada&#8221;, que aumenta com a respira\u00e7\u00e3o e a tosse. Devemos diferenciar esta dor da dor card\u00edaca, e daquela originada nos m\u00fasculos da parede tor\u00e1cica.<br \/>\nDependendo da causa do derrame pleural, o paciente apresenta sintomas pr\u00f3prios da doen\u00e7a que o originou.<br \/>\nRaramente o derrame n\u00e3o apresenta sintomas.<\/p>\n<p><strong>Diagn\u00f3stico<\/strong><br \/>\nO diagn\u00f3stico \u00e9 feito pelo exame f\u00edsico e confirmado por exames de imagem. Inicialmente a radiografia \u00e9 o melhor exame para avalia\u00e7\u00e3o, podendo ser necess\u00e1rio realizar o ultrassom de t\u00f3rax ou a tomografia de t\u00f3rax, para auxiliar na avalia\u00e7\u00e3o do derrame pleural.<br \/>\nAp\u00f3s diagnosticado o derrame pleural, seua causa tem que ser investigada e para tal lan\u00e7a-se m\u00e3o da toracocentese e bi\u00f3psia pleural, onde \u00e9 retirado o l\u00edquido e um fragmento de pleura e enviado para an\u00e1lise.<\/p>\n<p><strong>Tratamento<\/strong><br \/>\nO tratamento depende da causa que provocou o derrame e do grau de comprometimento da fun\u00e7\u00e3o respirat\u00f3ria, relacionado \u00e0 quantidade de l\u00edquido acumulada na cavidade pleural.<br \/>\nO tratamento espec\u00edfico da causa \u00e9 o procedimento mais eficaz.<br \/>\nQuando o volume de l\u00edquido for grande, pode ser necess\u00e1ria sua retirada mediante um procedimento cir\u00fargico &#8211; como a toracocentese, que \u00e9 a pun\u00e7\u00e3o com agulha da cavidade pleural e aspira\u00e7\u00e3o do l\u00edquido, ou a drenagem pleural, que \u00e9 a coloca\u00e7\u00e3o de um dreno tubular dentro da cavidade pleural para permitir a sa\u00edda progressiva do l\u00edquido.<br \/>\n<\/div><\/div>\n<div class=\"omsc-toggle\"><div class=\"omsc-toggle-title\">Dispn\u00e9ia<\/div><div class=\"omsc-toggle-inner\"><br \/>\nDificuldade para respirar. Est\u00e1 relacionada \u00e0 aumento na frequencia respirat\u00f3ria, aumento do esfor\u00e7o respirat\u00f3rio ou modifica\u00e7\u00e3o na amplitude da respira\u00e7\u00e3o.<br \/>\nO adulto m\u00e9dio respira cerca de 5 litros por minuto, e esse volume pode aumentar at\u00e9 20 vezes durante o exerc\u00edcio f\u00edsico intenso, sem que surja sensa\u00e7\u00e3o de dificuldade respirat\u00f3ria. Mesmo que a pessoa perceba essa ventila\u00e7\u00e3o aumentada, tal ato chega a ser prazeroso e agrad\u00e1vel, como acontece ao realizar esportes ou nos momentos de atividade sexual intensa. Normalmente a ventila\u00e7\u00e3o pulmonar acontece sem que a pessoa tenha consci\u00eancia desse ato. S\u00f3 se prestarmos aten\u00e7\u00e3o, podemos perceber o ritmo, a amplitude e a freq\u00fc\u00eancia da respira\u00e7\u00e3o.<br \/>\nExistem muitas causas de dispn\u00e9ia. Ela pode ser objetiva (quando o corpo manifesta sinais e sintomas de dificuldade para respirar) ou subjetiva (apenas referida pelo paciente, n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancia cl\u00ednica compat\u00edvel).<br \/>\nNo entanto, falamos de dispn\u00e9ia, quando o ato respirat\u00f3rio passa \u00e0 esfera consciente como um esfor\u00e7o desagrad\u00e1vel ou quando a cada movimento respirat\u00f3rio tem-se a sensa\u00e7\u00e3o de que o ato foi incompleto.<\/p>\n<p>A dispn\u00e9ia objetiva pode ser mais frequentemente atribu\u00edda \u00e0s seguintes causas:<br \/>\n* Pulmonares: principalmente por obstru\u00e7\u00e3o das vias a\u00e9reas ou por limita\u00e7\u00e3o ou restri\u00e7\u00e3o da distensibilidade dos pulm\u00f5es ou da caixa tor\u00e1cica * Card\u00edacas: por problemas do cora\u00e7\u00e3o, seja no funcionamento (quantidade de sangue bombeada ou arritmias) ou por defeito anat\u00f4mico, ou por descondicionamento f\u00edsico<br \/>\n* Metab\u00f3licas: como na acidose diab\u00e9tica ou ur\u00eamica, desidrata\u00e7\u00e3o<br \/>\n* Outras condi\u00e7\u00f5es: gravidez, obesidade, anemia, febre, dor, infec\u00e7\u00f5es graves etc<br \/>\nA dispn\u00e9ia subjetiva mais comum \u00e9 a &#8220;suspirosa&#8221;, onde h\u00e1 a sensa\u00e7\u00e3o de que o ar n\u00e3o entra para os pulm\u00f5es.<br \/>\n\u00c9 importante lembrar que a causa subjetiva ou emocional s\u00f3 deve ser considerada se n\u00e3o houver algum motivo detect\u00e1vel ou explica\u00e7\u00e3o plaus\u00edvel.<br \/>\nSe voc\u00ea apresenta falta de ar, seja dormindo, repousando ou nas atividades f\u00edsicas, procure seu m\u00e9dico.<br \/>\n<\/div><\/div>\n<div class=\"omsc-toggle\"><div class=\"omsc-toggle-title\">Doen\u00e7a do Refluxo Gastroesof\u00e1gico - DRGE<\/div><div class=\"omsc-toggle-inner\"><br \/>\nA doen\u00e7a do refluxo gastro esof\u00e1gico \u00e9 caracterizada pelo refluxo de \u00e1cido do est\u00f4mago para o es\u00f4fago.<br \/>\nEsta presen\u00e7a anormal de \u00e1cido no es\u00f4fago causa les\u00f5es na pr\u00f3pria mucosa esof\u00e1gica, dist\u00farbios respirat\u00f3rios e de fona\u00e7\u00e3o, independente dos sintomas t\u00edpicos (pirose, azia, dores de est\u00f4mago e digest\u00e3o dif\u00edcil) estarem presentes.<br \/>\nOs sintomas respirat\u00f3rios mais comuns s\u00e3o a tosse, broncoespasmo (sibilos ou chiadeira), &#8220;pigarro&#8221; ou rouquid\u00e3o.<br \/>\nEm pacientes portadores de asma \u00e9 umas das causas de descompensa\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<\/div><\/div>\n<div class=\"omsc-toggle\"><div class=\"omsc-toggle-title\">Dor tor\u00e1cica<\/div><div class=\"omsc-toggle-inner\"><br \/>\nA dor tor\u00e1cica pode ter muitas causas, mas \u00e9 sempre causa de preocupa\u00e7\u00e3o, devido \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o e dos pulm\u00f5es, \u00f3rg\u00e3os considerados vitais e que podem produzir a dor que o paciente sente.<br \/>\nPara melhor entender a dor tor\u00e1cica, \u00e9 necess\u00e1rio saber quais estruturas dentro do t\u00f3rax podem produzir dor:<br \/>\n\u2022 Os br\u00f4nquios, o par\u00eanquima pulmonar e a pleura visceral s\u00f3 possuem nervos vegetativos, isto \u00e9, aqueles que n\u00e3o t\u00eam sensibilidade dolorosa e, portanto, n\u00e3o manifestam dor.<br \/>\n\u2022 J\u00e1 a parede tor\u00e1cica (esqueleto do tronco, m\u00fasculos, vasos e nervos), a pleura parietal, a traqu\u00e9ia e os br\u00f4nquios maiores possuem nervos sensitivos e podem produzir dores. O mesmo ocorre com os \u00f3rg\u00e3os do mediastino, especialmente o cora\u00e7\u00e3o (nos casos de infarto) e o es\u00f4fago (cuja manifesta\u00e7\u00e3o dolorosa mais caracter\u00edstica \u00e9 a pirose).<br \/>\nAs principais formas de dor tor\u00e1cica s\u00e3o:<br \/>\n\u2022 Dor parietal: aquela que se origina nas estruturas da parede tor\u00e1cica:<br \/>\no Muscular: causada por traumatismo, trabalho excessivo ou processo inflamat\u00f3rio. Aumenta com a compress\u00e3o ou com os movimentos dos m\u00fasculos atingidos.<br \/>\no Nervos: tamb\u00e9m conhecida como nevralgia intercostal, pode atingir um ou mais nervos intercostais, localizados embaixo de cada costela. Costuma ser intensa e aumenta com os movimentos respirat\u00f3rios. Aparece geralmente por compress\u00f5es pela coluna doente (h\u00e9rnia da coluna, tumores e inflama\u00e7\u00f5es) e nos casos de herpes zoster, doen\u00e7a produzida por v\u00edrus que compromete os nervos intercostais.<br \/>\no \u00d3steo-articulares: fraturas, tumores, inflama\u00e7\u00f5es, infec\u00e7\u00f5es e processos degenerativos das articula\u00e7\u00f5es e ossos do t\u00f3rax podem produzir dor. A compress\u00e3o no local e os movimentos aumentam e permitem localizar a dor.<br \/>\no Mastalgias: \u00e9 a dor tor\u00e1cica originada na mama; apresenta-se nos casos de mastite (inflama\u00e7\u00e3o da mama), dor pr\u00e9-menstrual, tumores e outros.<br \/>\n\u2022 Dor pleural: geralmente s\u00fabita, forte, referida como &#8220;pontada&#8221;, aumenta com os movimentos respirat\u00f3rios e com a tosse. Ocorre em casos de pneumonia, derrame pleural, pneumot\u00f3rax, c\u00e2ncer de pulm\u00e3o e embolia pulmonar.<br \/>\n\u2022 Dor mediast\u00ednica: a mais importante \u00e9 a dor do infarto card\u00edaco.<br \/>\no O infarto card\u00edaco produz uma dor s\u00fabita, aguda, retroesternal (atr\u00e1s do esterno) angustiante e opressiva, irradiada ao ombro e pesco\u00e7o do lado esquerdo, acompanhada de palidez, sudorese fria e palpita\u00e7\u00f5es.<br \/>\no A dor esofagiana, geralmente retroesternal (atr\u00e1s do esterno), como a azia, aparece ou aumenta com a degluti\u00e7\u00e3o, \u00e0s vezes associadas a outros sintomas digestivos.<br \/>\no Tumores malignos ou benignos do mediastino.<br \/>\n\u2022 Dor de origem extrator\u00e1cica: assim como uma doen\u00e7a pulmonar pode provocar sintomas abdominais, alguns processos abdominais podem originar a dor tor\u00e1cica. Isso acontece \u00e0s vezes com a colecistite (inflama\u00e7\u00e3o da ves\u00edcula biliar) e outras doen\u00e7as abdominais.<br \/>\n<\/div><\/div>\n<div class=\"omsc-toggle\"><div class=\"omsc-toggle-title\">DPOC - Doen\u00e7a Pulmonar Obstrutiva Cr\u00f4nica: Bronquite Cr\u00f4nica e Enfisema Pulmonar<\/div><div class=\"omsc-toggle-inner\"><br \/>\n<strong>Conceito<\/strong><br \/>\nDoen\u00e7a pulmonar obstrutiva cr\u00f4nica \u00e9 uma denomina\u00e7\u00e3o muito usada para o paciente com bronquite cr\u00f4nica e\/ou enfisema pulmonar que, com freq\u00fc\u00eancia, coexistem no mesmo paciente, predominando uma ou outra, sendo que ambas t\u00eam como principal agente causal o cigarro.<br \/>\nAssim mesmo, o di\u00f3xido de enxofre e as part\u00edculas suspensas produzidas pelos combust\u00edveis, que constituem a polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica, s\u00e3o outras causas de DPOC. Existe tamb\u00e9m uma predisposi\u00e7\u00e3o heredit\u00e1ria, particularmente ao enfisema, nas pessoas com defici\u00eancia de uma subst\u00e2ncia do sangue chamada antitripsina alfa-1.<br \/>\nA bronquite cr\u00f4nica e o enfisema pulmonar s\u00e3o doen\u00e7as bem definidas. Entretanto, dada a elevada ocorr\u00eancia das duas em um mesmo paciente, muitas vezes o m\u00e9dico diagnostica DPOC, sem individualizar esta ou aquela doen\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Bronquite cr\u00f4nica<\/strong><br \/>\nEsta doen\u00e7a \u00e9 caracterizada por tosse cr\u00f4nica com expectora\u00e7\u00e3o abundante durante 3 meses ao ano, por 2 anos consecutivos, n\u00e3o resultando de outra causa definida como tuberculose, bronquiectasias e outras.<\/p>\n<p><strong>Enfisema pulmonar<\/strong><br \/>\nNesta doen\u00e7a, ocorre a altera\u00e7\u00e3o irrevers\u00edvel do pulm\u00e3o, caracterizada por um aumento de volume dos espa\u00e7os a\u00e9reos distais aos bronqu\u00edolos terminais, com destrui\u00e7\u00e3o dos septos alveolares, cujo sintoma principal \u00e9 a dispn\u00e9ia, de instala\u00e7\u00e3o lenta e progressiva durante meses ou anos, geralmente em pessoas fumantes.<\/p>\n<p><strong>Sintomas<\/strong><\/p>\n<p><strong>Bronquite cr\u00f4nica<\/strong><br \/>\n\u2022 Tosse cr\u00f4nica com expectora\u00e7\u00e3o abundante, manifestando-se principalmente em pessoas de meia-idade e tabagistas;<br \/>\n\u2022 Dispn\u00e9ia, chiado no peito e incapacidade f\u00edsica, mais acentuados quando \u00e9 complicada com infec\u00e7\u00f5es pulmonares.<\/p>\n<p><strong>Enfisema pulmonar<\/strong><br \/>\nO in\u00edcio dos sintomas costuma ocorrer ap\u00f3s os 50 anos de idade, sendo raro em n\u00e3o-fumantes.<br \/>\n\u2022 Dispn\u00e9ia, de instala\u00e7\u00e3o longa e insidiosa, aparecendo quando a destrui\u00e7\u00e3o pulmonar \u00e9 maior que 50%;<br \/>\n\u2022 Tosse, geralmente seca;<br \/>\n\u2022 Perda de peso e diminui\u00e7\u00e3o generalizada da massa muscular;<br \/>\n\u2022 Aumento dos di\u00e2metros do t\u00f3rax.<\/p>\n<p><strong>Tratamento<\/strong><br \/>\nA medida terap\u00eautica mais importante na DPOC \u00e9 a supress\u00e3o do fumo.<br \/>\nO programa terap\u00eautico, amplo e multi-profissional, inclui tamb\u00e9m a important\u00edssima participa\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia.<br \/>\n\u2022 Medicamentos: os mais usados s\u00e3o os broncodilatadores, cortic\u00f3ides, antibi\u00f3ticos, mucol\u00edticos e fluidificantes. Por\u00e9m, deve ser sempre lembrado que o uso destes medicamentos \u00e9 acompanhado de outras medidas igualmente importantes.<br \/>\n\u2022 Fisioterapia respirat\u00f3ria, para corrigir e melhorar a fun\u00e7\u00e3o respirat\u00f3ria.<br \/>\n\u2022 Melhora do estado nutricional, muito importante para a melhora da for\u00e7a dos m\u00fasculos respirat\u00f3rios e do organismo em geral.<br \/>\n\u2022 Oxigenioterapia intra-hospitalar e domiciliar.<br \/>\n\u2022 Reabilita\u00e7\u00e3o do paciente com DPOC: \u00e9 hoje a principal estrat\u00e9gia no tratamento, visando recuperar o indiv\u00edduo do ponto de vista f\u00edsico, psicol\u00f3gico e social.<\/p>\n<p><strong>Preven\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nTodos os fatores que causam ou agravam as DPOCs devem ser evitados ou combatidos.<br \/>\n\u2022 Supress\u00e3o do fumo: por ser o fator causal mais importante, sua elimina\u00e7\u00e3o obviamente evitar\u00e1 o aparecimento ou piora da DPOC.<br \/>\n\u2022 Exposi\u00e7\u00e3o ambiental: evitar poeira, fuma\u00e7a e gases irritantes.<br \/>\n\u2022 Tratar precoce e adequadamente infec\u00e7\u00f5es bacterianas e virais do aparelho respirat\u00f3rio.<br \/>\n\u2022 Evitar o ar-condicionado, pois este resseca o ambiente.<br \/>\n\u2022 O uso de vacinas contra a gripe e pneumonia \u00e9 de grande benef\u00edcio aos pacientes para prevenir complica\u00e7\u00f5es.<br \/>\n<\/div><\/div>\n<div class=\"omsc-toggle\"><div class=\"omsc-toggle-title\">Drenagem pleural<\/div><div class=\"omsc-toggle-inner\"><br \/>\nDrenagem pleural \u00e9 um procedimento cir\u00fargico que consiste na introdu\u00e7\u00e3o de um dreno tubular (tubo de pl\u00e1stico semi-r\u00edgido de 5 a 10 mm de di\u00e2metro aproximadamente) para retirar ar ou l\u00edquidos da cavidade pleural. Este dreno \u00e9 conectado a um sistema de frascos que permite a sa\u00edda do ar ou do l\u00edquido da cavidade pleural, mas impede a reintrodu\u00e7\u00e3o destes, permanecendo no paciente aproximadamente de 3 a 5 dias na maioria dos casos.<\/p>\n<p>Ela \u00e9 indicada nos pacientes com derrame pleural e\/ou pneumot\u00f3rax, ou ainda ap\u00f3s cirurgias tor\u00e1cicas ou card\u00edacas.<br \/>\n<\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":285,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"class_list":["post-464","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/464","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=464"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/464\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":465,"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/464\/revisions\/465"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/285"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.sopterj.com.br\/respirar\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=464"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}